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| Acorrentado a um poste na Av. Rui Barbosa, no Flamengo |
O mesmo princípio se aplicaria talvez aos médicos e aos profissionais
afins. Se a saúde é uma instituição em ruínas, a saída não seria devolver ao cidadão comum o direito de buscar a cura sem depender de receitas
carimbadas/assinadas? Sei que no nível de cada escolha medimos coeficientes não
só de sorte como também de perigo. Mas, ao meu ver, na era da informação, isso
se apresentaria como uma realidade perfeitamente tangível.
Menciono estas duas classes por estarem sempre envolvidas em
grandes comoções populares, mas não se resume a elas. Na verdade, entender
que não há mais um tipo profissional detentor único de uma verdade na nossa
sociedade hoje é um exercício essencial a todos, inclusive corretores de
seguros. A questão não estaria em definir as regras para ser um securitário ou
em delimitar/defender áreas de atuação, mas saber qual é a utilidade e como
podemos servir a um cliente que entende cada vez mais de seguros. Saber também aproveitar
a oportunidade de preocupar-se com as formações de nichos de mercado. Isso,
porque me parece claro que não são mais as Seguradoras as grandes idealizadoras
dos produtos de proteção financeira (seguros), mas podem estar em um processo
de diferentes instâncias. A análise aqui é sempre descentralizada em relação à
pessoa do corretor de seguros e/ou das seguradoras e mais voltada para as produções
coletivas de realidades.

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